sábado, 3 de fevereiro de 2018

Fim de Férias


Já se passou o período de férias. É chegada a hora de voltar à rotina, aos estudos e ao trabalho.
Inicio esta semana, como formação de professores. Aproveito para retornar com novas postagens, nas quais irei falar um pouco sobre os níveis de alfabetização: pré-silábico, silábico, silábico alfabético e alfabético; trazendo também alguns exemplos de atividades/ jogos para cada nível.




segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Intervençaõ V

No dia 06.12. 2017 foi realizada na turma do 2º ano a ultima intervenção do planejamento que havia realizado. Nesta intervenção, desenvolvi com os alunos uma produção textual. Estes deveriam escolher uma imagem de revista e a partir desta realizar a produção de um texto sobre a imagem escolhida.  
Muitos alunos questionaram-me o que seria um texto, expliquei que deveriam escrever uma “história” sobre a imagem, porém muitos apresentam dificuldades para escrever sobre. Alguns alunos, brevemente deixaram sua imaginação fluir escrevendo trechos muito significativos sobre a imagem escolhida.
Aos alunos que estão no nível pré-silábico, pedi que recortassem da revista algumas imagens e escrevessem seu respectivo nome, da forma que achavam que era escrita.





sábado, 2 de dezembro de 2017

II Encontro de Libras do Litoral Norte

No dia 01/12/2017 ocorreu na cidade de Osório o II Encontro de Libras do Litoral Norte, tendo como tema: Educação de Surdos e Contexto no Ensino Fundamental, evento este organizado pela UNICNEC-EAD e IFRS.
 Neste encontro, tivemos a oportunidade de assistirmos as seguintes palestras: Múltiplos saberes e práticas no ensino e aprendizagem da L3 para surdos, ministrada pela Prof. e Intérprete de Libras, Fernanda Taboada; seguida pela palestra do Prof. Me Vinicius Martins sobre a Implicação da atuação do Tradutor Intérprete de Libras no Ensino Fundamental. Por fim encerramos a noite com uma roda de conversa com a Comunidade Surda, esta composta por alunos de instituições distintas, e o representante da Comunidade Surda de Osório.
Eu, Ricardo e Brenda, colegas do PIBID da Educação Física
Eu e Franciele, colega da Pedagogia.

Intervenção IV

Na ultima quarta feira, dia 30/11, realizei a penúltima intervenção do projeto: A tecnologia como meio de ensino e aprendizagem da escrita e leitura. Nesta aula foi desenvolvido um jogo em duplas onde os discentes deveriam identificar as letras do alfabeto, após formar sílabas e em seguida palavras.
Como os alunos estão aprendendo a classificações das palavras em: monossílabas, dissílabas, trissílabas e polissílabas. Sendo assim, eles deveriam formar no mínimo uma palavra para cada classificação, após estas eram registradas no caderno e por fim compartilhadas para os colegas, em uma roda de conversa.


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Diáogos Contemporâneos

Nas noites de 27 e 28 de novembro, alunos e professores do curso de Pedagogia da UNICNEC, reuniram-se para apresentar a biografia, teoria, como isto ainda é vivenciado em nossos contextos escolares (se o é) e, como pensar espaços de aprendizagem e práticas pedagógicas a partir dos teóricos: Michel Foucault, Gilles Deleuze, Zygmunt Bauman e Pedro Demo.
Como TAE (Trabalho Extra Classe), tínhamos o dever de realizar em grupo, uma pesquisa referente as teorias de Zygmunt Bauman, este sociólogo moderno que faleceu em janeiro de 2017.
O sociólogo nos traz aspectos referentes às mudanças ocorridas na Pós-modernidade, chamada por ele de Modernidade Líquida, onde ocorre a passagem da sociedade de produção para a sociedade de consumo, descrevendo pensamentos e atitudes relacionados ao mundo atual.
Em seus livros e falas, Bauman aborda questões como o individualismo, as relações, a mídia, o consumo, liberdade e segurança, pois considera que a velocidade das mudanças, a descartabilidade de bens e pessoas e a ausência de padrões comportamentais são atitudes Líquidas.
Assim sendo, o sujeito moderno se caracteriza por possuir uma identidade móvel, fluida, que esta sempre em construção. Segundo Bauman, as pessoas não fazem mais planos de vida, não focam em um objetivo final, o meio se tornou muito mais importante do que o fim.
Logo passamos a vida toda redefinindo a nossa identidade, porque os estilos de vida, o que é considerado ser bom ou ruim para nós, as formas de vida atraentes e tentadoras mudam, desta forma as identidades são formadas e trocadas, na mesma velocidade em que se troca de um aparelho eletrônico.



quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Intervenção III

No dia 22 de novembro de 2017, foi realiza a terceira intervenção na turma do 2º ano. Esta foi iniciada após a chegada dos alunos. Estes estavam curiosos para saber o que havia dentro da sacola com tampas de garrafa.
Em seguida realizamos uma conversa sobre quais seriam as atitudes e comportamentos que se deve ter em sala de aula com os colegas e professores. Após apresentei para os alunos o jogo e suas regras.
Organizei a turma em duplas, e cada uma recebeu um tabuleiro com tampinhas que continham sílabas, a partir destas os alunos deveriam formar cinco palavras, depois registra-las no caderno e escolher duas para fazer frases.
Os discentes demonstraram entusiasmados para realizar o jogo, desta forma se envolveram durante o processo de caça as palavras, e execução das demais atividades. 


terça-feira, 28 de novembro de 2017

Intervenção II

No dia 16 de novembro de 2017 foi realizada a segunda intervenção do projeto: A tecnologia como meio de ensino e aprendizagem da escrita e leitura. Esta teve início após o recreio com uma conversa dinâmica com os discentes, onde foram realizados alguns questionamentos sobre a história, para que pudessem relembrar o tema trabalhado.
Para explicar a atividade que seria desenvolvida, apresentei através de uma representação de “caldeirão” onde na história a bruxa fazia uma sopa, porém neste havia alguns ingredientes secretos, que eram os pacotes de tampinhas de garrafa pet com sílabas.
Após este momento a turma foi dividida em três grupos, onde cada um recebeu um pacote de tampinhas, na qual cada aluno deveria encontrar duas palavras, em seguida estas seriam registradas no caderno e a partir destas iriam formar frases.
Os alunos ficaram entusiasmados para encontrar as palavras escondidas, desta forma auxiliavam os colegas que apresentavam dificuldades, para que todos pudessem concluir a atividade.


terça-feira, 14 de novembro de 2017

Feira do Livro

No dia 09/11/2017 a turma do 2º ano foi prestigiar  7ª Feira do Livro de Santo Antônio da Patrulha.
Ao chegar no Ginásio de Esportes Municipal da Cidade, local onde estava ocorrendo a Feira, os alunos assistiram apresentações teatrais de outras escolas municipais, sobre algumas obras  dos autores homenageados. Em seguida assistimos a apresentação da escritora e contadora de histórias Léia Cassol, que era uma das homenageadas. Neste momento os alunos se divertiram e interagiram com a autora.




Projeto de Aula - Intervenção I

Sob a orientação da Coordenadora de Área e sob os conhecimentos referentes à turma, realizei a elaboração do Projeto de aula: A tecnologia como meio de ensino e aprendizagem da escrita e leitura, visando atender as necessidades de leitura e escrita dos alunos utilizando a tecnologia como uma forte aliada.
A primeira intervenção para desenvolvimento das atividades foi realizada no dia 08/11/2011. Iniciei a aula com a contação da história UXA, ora fada, ora bruxa - Sylvia Orthof, como disparador. Após os alunos registraram algumas palavras no caderno que caracterizavam a história, em seguida escreveram frases utilizando as mesmas.
Durante a intervenção, pude perceber o interesse dos alunos pela contação da história, neste momento ficaram atentos e concentrados, escutaram e acompanharam o que estava sendo passado no projetor.
Muitos discentes realizaram todas as atividades, de forma significativa, compreendendo o que estava sendo proposto e atingindo os objetivos, pois, foram capazes de Interpretar frases e expressões além de compreender a história lida pela docente, dominaram as correspondências entre letras ou grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a escrever palavras e frases.
Houve interesse dos alunos pelo que era “diferente” nesta aula. A contação da história fez com que os alunos se acalmassem, porém no momento de escrever as palavras, já se dispersaram, pois para eles não era interessante, desta forma nem concluíram a atividade. Alguns alunos apresentaram dificuldades no desenvolvimento da atividade, necessitando de auxílio para a realização da mesma. Para os  que estão no nível pré- silábicos, foi proposto que realizassem a ilustração da história. Trago nas imagens abaixo a ilustração do aluno e a parte da história que representou.



quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Presença em evento de Pesquisa


Nos dias 23/10 e 24/10 ocorreu no Centro Universitário Cenecista de Osório, a VIII Mostra Integrada de Iniciação Científica, II Salão Jovem e II Salão de Pesquisa.
Tive a oportunidade de estar presente neste evento no dia 24/10, onde pude assistir com muito  prestigio as apresentações de algumas colegas do curso de Pedagogia e colegas Pibidianas.
Os trabalhos assistidos foram de distintos assuntos referentes a Educação, todos de grande importância para minha formação à docência e dos demais que estavam presentes.
Os trabalhos apresentados, eram pesquisas realizadas durante o TCC  e sobre práticas em sala, onde nos instigavam a refletir sobre cada tema:
1) Avaliação Formativa: Uma Analise dos Pareceres Descritivos de Alunos do 1º e 2º Ano do Ensino Fundamental.
2) A importância do envolvimento da família ouvinte na escolarização da criança surda.
3) A hora do conto e sua importância no processo de alfabetização.
4) A magia do alfabeto.



quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Mapeamento da Turma

A partir das observações  e intervenções realizadas na turma do 2º ano, elaborei o mapeamento a seguir. Com o objetivo de reconhecer como é o processo de leitura, escrita e conhecimentos matemáticos da turma e individualmente.

MAPEAMENTO DA TURMA – 2º ANO
Nº
Aluno
Características
01
A.L.S.C.
Falta bastante as aulas, conversa, mas se esforça para realizar as atividades, às vezes se dispersa. Reconhece números e quantidades, realiza operações matemáticas (adição e subtração) utilizando palitos de contagem, (multiplicação) possui dificuldades, necessitando de auxílio para realizar os problemas propostos. A aluna escreve e lê palavras e frases, realiza leitura silábica.
02
A.L.S.P.
Falta bastante as aulas, retruca a professora, conversa com as colegas, se dispersando para realizar as atividades, possui um pouco de dificuldades para realizar as atividades propostas. Escreve e lê palavras e frases, realiza leitura silábica. Possui conhecimento dos números e sua quantidade, realiza operações (adição, subtração) utilizando palitos para contagem, (multiplicação) possui dificuldades, necessitando de auxílio para realizar os problemas propostos. .
03
A.L.B.G.
Quieta, carinhosa, dedicada, se esforça para realizar as atividades propostas.Realiza leitura e escrita de palavras e frase, possui dificuldades na escrita e leitura, por ter problema na fala (necessita de um aparelho para “abrir” o céu da boca), desta forma escreve e pronuncia algumas palavras de forma errada. Conhece números e as quantidades, realiza operações matemáticas (adição, subtração e multiplicação) com auxílio de palitos de contagem.
04
A.A.Z.R
Conversa Bastante, retruca colegas e professora, não leva a aula a serio, muitas vezes não quer realizar as atividades propostas, se auxiliá-lo realiza todas as atividades com facilidade. Reconhece os números e suas quantidades, realiza operações matemática (adição, subtração) simples, com auxílio de palitos de contagem.Escreve e lê de forma silábica e fonética, quando possui sentido concreto.
05
D.A.S.
Bastante ativo, agitado, caminha pela sala, conversa paralelamente com os colegas, às vezes não quer fazer nada, mas quando realiza as propostas da aula, tem facilidade para compreender e realiza- as.Lê palavras e frases de forma silábica, já escreve palavras e frases, realiza operações matemáticas (adição, subtração e multiplicação), possuindo um bom raciocínio lógico, às vezes necessita dos palitos de contagem.
06
E.F.F.
Falta bastante as aulas, quieto, às vezes conversaum pouco com os colegas. Muitas vezes não copia ou não faz a atividade, mas tem facilidade para compreender e realizar as atividades propostas. Lê e escreve palavras e frases com fluência. Reconhece os números e suas quantidades, realizas operações matemáticas (adição, subtração e multiplicação) sem o auxílio dos palitos de contagem.
07
E.A.O.
Aluna quieta, porém fica brava quando não é atendida imediatamente ou quando não recebe auxílio, pois quer realizar todas as atividades junto com a professora. Possui dificuldades para realizar as atividades, mas se esforça para fazer as atividades, Às vezes necessita de ajuda para fazer a copia do quadro, muitas vezes não entende o que escreve, reconhece letras e sílabas, porém não escreve palavras, somente com auxílio. Ainda não lê. Tem conhecimento dos números e de sua quantidade até vinte, números maiores possui dificuldade para seguir uma sequência, se perde na contagem e não lembra a “nomenclatura” do número. Realiza operações matemáticas (adição, subtração e multiplicação) de forma concreta fazendo representações das quantidades, ou com palitos de contagem.
*Suas atividades são iguais as dos demais colegas, porém não acompanha na parte escrita, somente na matemática.
08
E.K.O.T
Quieta, dedicada, se dispersa facilmente, desta forma, acaba desenvolvendo as atividades propostas. Escreve palavras e frases, lê e escreve palavras e frases, realiza a leitura de forma silábica. Possui conhecimento dos números e suas quantidades, realiza operações matemáticas (adição, subtração e multiplicação) com auxílio dos palitos de contagem e da professora.
09
J.M.S.S
Não interage com a turma, quieta, conversa somente com algumas colegas, muitas vezes não pede auxílio para realizar as atividades, suas atividades são diferentes dos demais colegas. Reconhece as letras, seus fonemas e sílabas, ainda não lê. Reconhece números e suas quantidades, realiza operações matemáticas (adição e subtração) simples, com auxílio de palitos de contagem e da professora.
10
J.H.S.
Agita-se algumas vezes, conversando paralelamente com os colegas, brincando na sala de aula, porém realiza as atividades propostas, escreve palavras e frases realizando a leitura das mesmas fluentemente. Reconhece os números e quantidades, realiza operações matemáticas (adição, subtração) com facilidade, possui dificuldades na multiplicação.
11
J.V.S.N.
Muito agitado, conversa bastante, retruca a professora, brinca durante a aula, acaba não prestando atenção, desta forma não realiza algumas atividades. Escreve frases e palavras, realiza leitura de forma silábica. Reconhece os números e suas quantidades, realiza operações matemáticas (adição e subtração), possui dificuldades na multiplicação.
12
K.M.P.
Não interage com os colegas, quieto, não conversa, não pede ajuda para a professora. Realiza atividades diferenciadas, não reconhece todas as letras do alfabeto e seus fonemas. Possui dificuldades para identificar e formar sílabas, ainda não lê. Possui conhecimento dos números e sua quantidade, tem dificuldade identificar a ordem (até 10) e representá-los, realiza as operações matemáticas (adição e subtração) simples com bastante dificuldade, necessitando de palitos de contagem e da ajuda da professora para fazê-las. Não gosta muito de fazer pinturas, seu caderno não segue uma sequência.
13
L.G.S.
Conversa com os colegas, porém realiza todas as atividades propostas. Escreve e lê palavras e frases, sua leitura é de forma silábica. Reconhece números e quantidades, realiza operações matemáticas (adição, subtração), possui dificuldades na multiplicação, necessitando dos palitos de contagem.
14
L.C.S.
Conversa com os demais colegas, algumas vezes se agita e brinca durante a aula, não realizando a copia das atividades ou acaba ficando atrasado. Reconhece os números e suas quantidades, realiza operações matemáticas (adição, subtração e multiplicação) com auxílio dos palitos de contagem. Lê e escreve palavras e frases.
15
L.H.S.
Conversa com os demais colegas, algumas vezes se agita e brinca durante a aula. Realiza todas as atividades propostas. Lê e escreve palavras e frases com autonomia. Possui conhecimento dos números e suas quantidades, resolve operações matemáticas (adição, subtração e multiplicação) sem usar palitos de contagem.
16
M.G.S.
Aluna quieta, às vezes conversa um pouco, dessa forma, não realiza as atividades propostas. Necessita de auxílio, pois possui bastante dificuldade para realizar os exercícios. Têm dificuldades para escrever sílabas, ainda não realiza leitura. Reconhece os números e suas quantidades, realiza operações matemáticas (adição e subtração) simples com auxílio de palitos de contagem. A professora tem que estar sempre ajudando e chamando atenção, pois se dispersa facilmente. 
17
M.M.A.
Aluna quieta, às vezes conversa um pouco, desta forma, se atrasa para realizar as atividades. Possui conhecimento dos números e suas quantidades, realiza operações matemática (adição, subtração e multiplicação) com palitos de contagem. Lê e escreve palavras e frases.Sua leitura ainda é silábica
18
T.R.O.
Bastante ativo, agitado, caminha pela sala, conversa paralelamente com os colegas, além de retrucar a professora, às vezes não quer fazer nada,quando realiza as propostas da aula, tem facilidade para compreender e resolvê-las. Reconhece os números e suas quantidades, realiza operações matemática (adição, subtração e multiplicação), possuindo um ótimo raciocínio lógico, sem o auxílio dos palitos e contagem. Lê e escreve palavras e frases. Sua leitura ainda é silábica.
19
V.G.P.
Bastante ativo, agitado, conversa paralelamente com os colegas, porém, realiza todas as atividades propostas da aula. Reconhece os números e suas quantidades, realiza as operações matemática (adição, subtração e multiplicação) sem o auxílio dos palitos e contagem. Lê e escreve palavras e frases.
20
P.F.S.
Aluna ativa, agitada, conversa paralelamente com os colegas, além de retrucar a professora, porém, realiza todas as atividades propostas da aula. Reconhece os números e suas quantidades, realiza as operações matemática (adição, subtração e multiplicação) sem o auxílio dos palitos e contagem. Lê e escreve palavras e frases. Sua leitura ainda é silábica.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

DCN`s



A partir da leitura da Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica é possível, encontrar artigos e parágrafos referente a organização do ensino.
Na realização de uma breve leitura da Resolução Nº7, de 14 de dezembro de 2010, os DCN´s estão subdivididos em: fundamentos, princípios, matrícula no ensino fundamental de nove anos, currículo, Base Nacional Comum e Parte Diversificada: complementaridade, Projeto Político Pedagógico, gestão democrática e participativa como garantia do direito à educação, relevância dos conteúdos, integração e abordagens, articulações e continuidade na trajetória escolar, avaliação: parte integrante do currículo, a educação em escola em tempo integral, educação de campo, educação escolar Indígena e educação Quilombola, Educação Especial, Educação de Jovens e Adultos.
Desta forma destaco algumas partes da Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, na qual achei de grande relevância.

FUNDAMENTOS

É possível identificar que o principal objetivo das Diretrizes é garantir a oferta do Ensino Fundamental público, gratuito e de qualidade a todas as pessoas. Seja através da Educação do Campo, Educação Escolar Indígena, Educação Quilombola, Educação de Jovens e Adultos, Educação Especia e Educação Básica.
Art. 5º O direito à educação, entendido como um direito inalienável do ser humano, constitui o fundamento maior destas Diretrizes. A educação, ao proporcionar o desenvolvimento do potencial humano, permite o exercício dos direitos civis, políticos, sociais e do direito à diferença, sendo ela mesma também um direito social, e possibilita a formação cidadã e o usufruto dos bens sociais e culturais.
§ 1º O Ensino Fundamental deve comprometer-se com uma educação com qualidade social, igualmente entendida como direito humano.

PRINCÍPIOS

Art. 6º Os sistemas de ensino e as escolas adotarão, como norteadores das políticas educativas e das ações pedagógicas, os seguintes princípios:
I – Éticos: de justiça, solidariedade, liberdade e autonomia; de respeito à dignidade da pessoa humana e de compromisso com a promoção do bem de todos, contribuindo para combater e eliminar quaisquer manifestações de preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
II – Políticos: de reconhecimento dos direitos e deveres de cidadania, de respeito ao bem comum e à preservação do regime democrático e dos recursos ambientais; assegurar a igualdade de direitos entre os alunos que apresentam diferentes necessidades.
III – Estéticos: do cultivo da sensibilidade juntamente com o da racionalidade; do enriquecimento das formas de expressão e do exercício da criatividade; da valorização das diferentes manifestações culturais, especialmente a da cultura brasileira; da construção de identidades plurais e solidárias.

MATRÍCULA NO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 (NOVE) ANOS E CARGA HORÁRIA

Art. 8º O Ensino Fundamental, com duração de 9 (nove) anos, abrange a população na faixa etária dos 6 (seis) aos 14 (quatorze) anos de idade e se estende, também, a todos os que, na idade própria, não tiveram condições de frequentá-lo.
§ 1º É obrigatória a matrícula no Ensino Fundamental de crianças com 6 (seis) anos completos ou a completar até o dia 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula.
§ 2º As crianças que completarem 6 (seis) anos após essa data deverão ser
matriculadas na Educação Infantil (Pré-Escola).
§ 3º A carga horária mínima anual do Ensino Fundamental regular será de 800
(oitocentas) horas relógio, distribuídas em, pelo menos, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar.

CURRÍCULO

Art. 9º O currículo do Ensino Fundamental é entendido, como constituído pelas experiências escolares que se desdobram em torno do conhecimento, permeadas pelas relações sociais, buscando articular vivências e saberes dos alunos com os conhecimentos historicamente acumulados e contribuindo para construir as identidades dos estudantes.

BASE NACIONAL COMUM E PARTE DIVERSIFICADA: COMPLEMENTARIDADE

Art. 10 O currículo do Ensino Fundamental tem uma base nacional comum, complementada em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar por uma parte diversificada.
Art. 11 A base nacional comum e a parte diversificada do currículo do Ensino Fundamental constituem um todo integrado e não podem ser consideradas como dois blocos distintos.
§ 1º A articulação entre a base nacional comum e a parte diversificada do currículo do Ensino Fundamental possibilita a sintonia dos interesses mais amplos de formação básica do cidadão com a realidade local, as necessidades dos alunos, as características regionais da sociedade, da cultura e da economia e perpassa todo o currículo.
§ 3º Os conteúdos curriculares que compõem a parte diversificada do currículo serão definidos pelos sistemas de ensino e pelas escolas, de modo a complementar e enriquecer o currículo, assegurando a contextualização dos conhecimentos escolares em face das diferentes realidades.
Art. 12 Os conteúdos que compõem a base nacional comum e a parte diversificada têm origem nas disciplinas científicas, no desenvolvimento das linguagens, no mundo do trabalho, na cultura e na tecnologia, na produção artística, nas atividades desportivas e corporais, na área da saúde e ainda incorporam saberes como os que advêm das formas diversas de exercício da cidadania, dos movimentos sociais, da cultura escolar, da experiência docente, do cotidiano e dos alunos.
Art. 13 Os conteúdos a que se refere o art. 12 são constituídos por componentes curriculares que, por sua vez, se articulam com as áreas de conhecimento, a saber: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. As áreas de conhecimento favorecem a comunicação entre diferentes conhecimentos sistematizados e entre estes e outros saberes, mas permitem que os referenciais próprios de cada componente curricular sejam preservados.
Art. 15 Os componentes curriculares obrigatórios do Ensino Fundamental serão assim organizados em relação às áreas de conhecimento:
I – Linguagens:
a) Língua Portuguesa;
b) Língua Materna, para populações indígenas;
c) Língua Estrangeira moderna;
d) Arte; e
e) Educação Física;
II – Matemática;
III – Ciências da Natureza;
IV – Ciências Humanas:
a) História;
b) Geografia;
V – Ensino Religioso.
Art. 16 Os componentes curriculares e as áreas de conhecimento devem articular em seus conteúdos, a partir das possibilidades abertas pelos seus referenciais, a abordagem de temas abrangentes e contemporâneos que afetam a vida humana em escala global, regional e local, bem como na esfera individual. Temas como saúde, sexualidade e gênero, vida familiar e social, assim como os direitos das crianças e adolescentes, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90), preservação do meio ambiente, nos termos da política nacional de educação ambiental (Lei nº 9.795/99), educação para o consumo, educação fiscal, trabalho, ciência e tecnologia, e diversidade cultural devem permear o desenvolvimento dos conteúdos da base nacional comum e da parte diversificada do currículo.

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO

Art. 18 O currículo do Ensino Fundamental com 9 (nove) anos de duração exige a estruturação de um projeto educativo coerente, articulado e integrado, de acordo com os
modos de ser e de se desenvolver das crianças e adolescentes nos diferentes contextos sociais.
Art. 19 Ciclos, séries e outras formas de organização a que se refere a Lei nº 9.394/96 serão compreendidos como tempos e espaços interdependentes e articulados entre si, ao longo dos 9 (nove) anos de duração do Ensino Fundamental.

GESTÃO DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA COMO GARANTIA DO DIREITO À EDUCAÇÃO

Art. 20 As escolas deverão formular o projeto político-pedagógico e elaborar o regimento escolar de acordo com a proposta do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos, por meio de processos participativos relacionados à gestão democrática.
§ 1º O projeto político-pedagógico da escola traduz a proposta educativa construída pela comunidade escolar no exercício de sua autonomia, com base nas características dos alunos, nos profissionais e recursos disponíveis, tendo como referência as orientações
curriculares nacionais e dos respectivos sistemas de ensino.
§ 2º Será assegurada ampla participação dos profissionais da escola, da família, dos alunos e da comunidade local na definição das orientações imprimidas aos processos
educativos e nas formas de implementá-las, tendo como apoio um processo contínuo de avaliação das ações, a fim de garantir a distribuição social do conhecimento e contribuir para a construção de uma sociedade democrática e igualitária.
§ 3º O regimento escolar deve assegurar as condições institucionais adequadas para a execução do projeto político-pedagógico e a oferta de uma educação inclusiva e com qualidade social, igualmente garantida a ampla participação da comunidade escolar na sua elaboração.
§ 4º O projeto político-pedagógico e o regimento escolar, em conformidade com a legislação e as normas vigentes, conferirão espaço e tempo para que os profissionais da escola e, em especial, os professores, possam participar de reuniões de trabalho coletivo, planejar e executar as ações educativas de modo articulado, avaliar os trabalhos dos alunos, tomar parte em ações de formação continuada e estabelecer contatos com a comunidade.
§ 5º Na implementação de seu projeto político-pedagógico, as escolas se articularão com as instituições formadoras com vistas a assegurar a formação continuada de seus profissionais.
Art. 21 No projeto político-pedagógico do Ensino Fundamental e no regimento escolar, o aluno, centro do planejamento curricular, será considerado como sujeito que atribui sentidos à natureza e à sociedade nas práticas sociais que vivencia, produzindo cultura e construindo sua identidade pessoal e social.
Parágrafo único. Como sujeito de direitos, o aluno tomará parte ativa na discussão e na implementação das normas que regem as formas de relacionamento na escola, fornecerá indicações relevantes a respeito do que deve ser trabalhado no currículo e será incentivado a participar das organizações estudantis.

RELEVÂNCIA DOS CONTEÚDOS, INTEGRAÇÃO E ABORDAGENS

Art. 24 A necessária integração dos conhecimentos escolares no currículo favorece a sua contextualização e aproxima o processo educativo das experiências dos alunos.
Art. 25 Os professores levarão em conta a diversidade sociocultural da população escolar, as desigualdades de acesso ao consumo de bens culturais e a multiplicidade de interesses e necessidades apresentadas pelos alunos no desenvolvimento de metodologias e estratégias variadas que melhor respondam às diferenças de aprendizagem entre os estudantes e às suas demandas.
Art. 27 Os sistemas de ensino, as escolas e os professores, com o apoio das famílias e da comunidade, envidarão esforços para assegurar o progresso contínuo dos alunos no que se refere ao seu desenvolvimento pleno e à aquisição de aprendizagens significativas, lançando mão de todos os recursos disponíveis e criando renovadas oportunidades para evitar que a trajetória escolar discente seja retardada ou indevidamente interrompida.

ARTICULAÇÕES E CONTINUIDADE DA TRAJETÓRIA ESCOLAR

Art. 29 A necessidade de assegurar aos alunos um percurso contínuo de aprendizagens torna imperativa a articulação de todas as etapas da educação, especialmente do Ensino Fundamental com a Educação Infantil, dos anos iniciais e dos anos finais no interior do Ensino Fundamental, bem como do Ensino Fundamental com o Ensino Médio, garantindo a qualidade da Educação Básica.
§ 1º O reconhecimento do que os alunos já aprenderam antes da sua entrada no Ensino Fundamental e a recuperação do caráter lúdico do ensino contribuirão para melhor qualificar a ação pedagógica junto às crianças, sobretudo nos anos iniciais dessa etapa da escolarização.
§ 2º Na passagem dos anos iniciais para os anos finais do Ensino Fundamental,
especial atenção será dada:
I – pelos sistemas de ensino, ao planejamento da oferta educativa dos alunos transferidos das redes municipais para as estaduais;
II – pelas escolas, à coordenação das demandas específicas feitas pelos diferentes professores aos alunos, a fim de que os estudantes possam melhor organizar as suas atividades diante das solicitações muito diversas que recebem.
Art. 30 Os três anos iniciais do Ensino Fundamental devem assegurar:
I – a alfabetização e o letramento;
II – o desenvolvimento das diversas formas de expressão, incluindo o aprendizado da
Língua Portuguesa, a Literatura, a Música e demais artes, a Educação Física, assim como o aprendizado da Matemática, da Ciência, da História e da Geografia;
III – a continuidade da aprendizagem, tendo em conta a complexidade do processo de alfabetização e os prejuízos que a repetência pode causar no Ensino Fundamental como um todo e, particularmente, na passagem do primeiro para o segundo ano de escolaridade e deste para o terceiro.
§ 2º Considerando as características de desenvolvimento dos alunos, cabe aos professores adotar formas de trabalho que proporcionem maior mobilidade das crianças nas salas de aula e as levem a explorar mais intensamente as diversas linguagens artísticas, a começar pela literatura, a utilizar materiais que ofereçam oportunidades de raciocinar, manuseando-os e explorando as suas características e propriedades.

AVALIAÇÃO: PARTE INTEGRANTE DO CURRÍCULO

Art. 32 A avaliação dos alunos, a ser realizada pelos professores e pela escola como parte integrante da proposta curricular e da implementação do currículo, é redimensionadora da ação pedagógica e deve:
I – assumir um caráter processual, formativo e participativo, ser contínua, cumulativa e diagnóstica, com vistas a:
a) identificar potencialidades e dificuldades de aprendizagem e detectar problemas de ensino;
b) subsidiar decisões sobre a utilização de estratégias e abordagens de acordo com as necessidades dos alunos, criar condições de intervir de modo imediato e a mais longo prazo para sanar dificuldades e redirecionar o trabalho docente;
c) manter a família informada sobre o desempenho dos alunos;
d) reconhecer o direito do aluno e da família de discutir os resultados de avaliação, inclusive em instâncias superiores à escola, revendo procedimentos sempre que as reivindicações forem procedentes.
II – utilizar vários instrumentos e procedimentos, tais como a observação, o registro descritivo e reflexivo, os trabalhos individuais e coletivos, os portfólios, exercícios, provas, questionários, dentre outros, tendo em conta a sua adequação à faixa etária e às características de desenvolvimento do educando;
III – fazer prevalecer os aspectos qualitativos da aprendizagem do aluno sobre os quantitativos, bem como os resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais, tal com determina a alínea “a” do inciso V do art. 24 da Lei nº 9.394/96;
IV – assegurar tempos e espaços diversos para que os alunos com menor rendimento tenham condições de ser devidamente atendidos ao longo do ano letivo;
V – prover, obrigatoriamente, períodos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, como determina a Lei nº 9.394/96;
VI – assegurar tempos e espaços de reposição dos conteúdos curriculares, ao longo do ano letivo, aos alunos com frequência insuficiente, evitando, sempre que possível, a retenção por faltas;

A EDUCAÇÃO EM ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL

Art. 36 Considera-se como de período integral a jornada escolar que se organiza em 7 (sete) horas diárias, no mínimo, perfazendo uma carga horária anual de, pelo menos, 1.400 (mil e quatrocentas) horas.
Parágrafo único. As escolas e, solidariamente, os sistemas de ensino, conjugarão esforços objetivando o progressivo aumento da carga horária mínima diária e, consequentemente, da carga horária anual, com vistas à maior qualificação do processo de ensino-aprendizagem, tendo como horizonte o atendimento escolar em período integral.

EDUCAÇÃO DO CAMPO, EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA E EDUCAÇÃO ESCOLAR QUILOMBOLA

Art. 38 A Educação do Campo, tratada como educação rural na legislação brasileira, incorpora os espaços da floresta, da pecuária, das minas e da agricultura e se estende, também, aos espaços pesqueiros, caiçaras, ribeirinhos e extrativistas, conforme as Diretrizes para a Educação Básica do Campo (Parecer CNE/CEB nº 36/2001 e Resolução CNE/CEB nº 1/2002; Parecer CNE/CEB nº 3/2008 e Resolução CNE/CEB nº 2/2008).
Art. 39 A Educação Escolar Indígena e a Educação Escolar Quilombola são, respectivamente, oferecidas em unidades educacionais inscritas em suas terras e culturas e, para essas populações, estão assegurados direitos específicos na Constituição Federal que lhes permitem valorizar e preservar as suas culturas e reafirmar o seu pertencimento étnico.
§ 1º As escolas indígenas, atendendo a normas e ordenamentos jurídicos próprios e a Diretrizes Curriculares Nacionais específicas, terão ensino intercultural e bilíngue, com vistas à afirmação e à manutenção da diversidade étnica e linguística, assegurarão a participação da comunidade no seu modelo de edificação, organização e gestão, e deverão contar com materiais didáticos produzidos de acordo com o contexto cultural de cada povo (Parecer CNE/CEB nº 14/99 e Resolução CNE/CEB nº 3/99).

EDUCAÇÃO ESPECIAL

Art. 41 O projeto político-pedagógico da escola e o regimento escolar, amparados na legislação vigente, deverão contemplar a melhoria das condições de acesso e de permanência dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades nas classes comuns do ensino regular, intensificando o processo de inclusão nas escolas públicas e privadas e buscando a universalização do atendimento.
Parágrafo único. Os recursos de acessibilidade são aqueles que asseguram condições de acesso ao currículo dos alunos com deficiência e mobilidade reduzida, por meio da utilização de materiais didáticos, dos espaços, mobiliários e equipamentos, dos sistemas de comunicação e informação, dos transportes e outros serviços.
Art. 42 O atendimento educacional especializado aos alunos da Educação Especial será promovido e expandido com o apoio dos órgãos competentes. Ele não substitui a escolarização, mas contribui para ampliar o acesso ao currículo, ao proporcionar independência aos educandos para a realização de tarefas e favorecer a sua autonomia (conforme Decreto nº 6.571/2008, Parecer CNE/CEB nº 13/2009 e Resolução CNE/CEB nº 4/2009).

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Art. 43 Os sistemas de ensino assegurarão, gratuitamente, aos jovens e adultos que não puderam efetuar os estudos na idade própria, oportunidades educacionais adequadas às suas características, interesses, condições de vida e de trabalho mediante cursos e exames, conforme estabelece o art. 37, § 1º, da Lei nº 9.394/96.
Art. 44 A Educação de Jovens e Adultos, voltada para a garantia de formação integral, da alfabetização às diferentes etapas da escolarização ao longo da vida, inclusive àqueles em situação de privação de liberdade, é pautada pela inclusão e pela qualidade social e requer:
I – um processo de gestão e financiamento que lhe assegure isonomia em relação ao Ensino Fundamental regular;
II – um modelo pedagógico próprio que permita a apropriação e a contextualização das Diretrizes Curriculares Nacionais;
III – a implantação de um sistema de monitoramento e avaliação;
IV – uma política de formação permanente de seus professores;
V – maior alocação de recursos para que seja ministrada por docentes licenciados.
Art. 45 A idade mínima para o ingresso nos cursos de Educação de Jovens e Adultos e
para a realização de exames de conclusão de EJA será de 15 (quinze) anos completos (Parecer CNE/CEB nº 6/2010 e Resolução CNE/CEB nº 3/2010).
Parágrafo único. Tendo em conta as situações, os perfis e as faixas etárias dos adolescentes, jovens e adultos, o projeto político-pedagógico da escola e o regimento escolar viabilizarão um modelo pedagógico próprio para essa modalidade de ensino que permita a apropriação e a contextualização das Diretrizes Curriculares Nacionais, assegurando:
I – a identificação e o reconhecimento das formas de aprender dos adolescentes, jovens e adultos e a valorização de seus conhecimentos e experiências;
II – a distribuição dos componentes curriculares de modo a proporcionar um patamar igualitário de formação, bem como a sua disposição adequada nos tempos e espaços
educativos, em face das necessidades específicas dos estudantes.

Desta form podemos perceber que cabe aos sistemas, DCN`s a implementação, ampliação e organização  destas normas, para que sejam cumpridas com exido durante a rotina escolar.

Fim de Férias

Já se passou o período de férias. É chegada a hora de voltar à rotina, aos estudos e ao trabalho. Inicio esta semana, como formação de...